José Barata Moura


Joana come a papa | José Barata Moura


Joana come a papa

Come a papa,
Joana come a papa
Come a papa,
Joana come a papa,
Joana come a papa

Um, dois, três,
uma colher de cada vez
Quatro, cinco, seis,
era uma história de reis
E uma colher de papa

Come a papa,...

Sete, oito, nove,
ainda nada se resolve
Dez, onze, doze,
á espera que a mosca pouse
E uma colher de papa

Come a papa,...

Treze, catorze e meia,
a coisa não está tão feia
Dezesseis, dezassete,
mais um pingo no babete
E uma colher de papa

Come a papa,...

José Adriano Rodrigues Barata-Moura (Lisboa, 26 de Junho de 1948) é um filósofo, escritor e cantor português, que ocupou entre Maio de 1998 e Maio de 2006 o cargo de reitor da Universidade de Lisboa.
Apesar de ter feito todos os estudos pré-universitários em França, foi em Portugal que obteve a licenciatura e o doutoramento em Filosofia (1970 e 1980 respectivamente) ambos na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.
É ainda o autor de várias canções infantis que ficaram célebres em várias gerações, como Joana come a papa, Olha a bola Manel e o Fungágá da Bicharada. Barata Moura estreou-se no canto de intervenção política, em 1970, no programa televisivo Zip Zip, cantando em francês uma balada "Ballade du Bidonville", cuja versão em português foi proibida pela censura de Marcelo Caetano, sendo, então, também, o autor de canções revolucionárias, relacionadas com a Liberdade e a Revolução do 25 de Abril. Editou cerca de 20 discos.  Wikipédia